Quanto custa?
9,99 € no Steam. Até 4 de novembro tem um desconto de lançamento de 10 % e fica a 8,99 €. É pago, ao contrário de Project: Playtime, que era gratuito.
O preço vai subir?
Sim. A Mob prevê subir o preço quando lançar a versão 1.0, depois de acrescentar bastante conteúdo. O que ainda não disse é para quanto.
Se o comprar agora, vou ter de pagar mais quando subir?
Não. No Steam
pagas uma vez e é teu: a subida da 1.0 só afeta quem o comprar a partir daí. As atualizações até à
versão 1.0 chegam-te sem pagar mais nada, que é como funciona o Acesso Antecipado. Por isso comprá-lo agora sai mais barato. Também não há
DLC pago: o único conteúdo extra é o
Founders Pack, e é gratuito.
O que é o Founders Pack? É preciso pagá-lo?
É um conteúdo descarregável
gratuito que saiu no mesmo dia 21 de outubro. Só pede o jogo base e traz três coisas: um
colecionável de máquina de arcada, o
pack de aspetos Shining Critters e um
emote da Miss Delight. Adiciona-se na sua página do Steam com «Adicionar à biblioteca». E a máquina de arcada esconde lore: uma
personagem nova, um feiticeiro malvado.
Em que plataformas está?
Para já, só no Steam, para PC (Windows 10/11). Não há versão para macOS nem Linux, e as consolas ficam como uma possibilidade futura por confirmar.
Porque sai em Acesso Antecipado?
A Mob explica-o no Steam: esta fase foi pensada para ser desenvolvida em conjunto com a comunidade. Têm um plano, mas o ritmo vai depender dos comentários dos jogadores, e com eles vão acrescentar funcionalidades, ambientes, objetos e personagens, e ajustar o equilíbrio.
Quanto tempo vai durar o Acesso Antecipado?
O objetivo é cerca de um ano, embora a Mob o condicione a que «a essência do jogo esteja firmemente enraizada na comunidade».
O que vai mudar na versão 1.0?
Segundo a Mob, vai ter muito mais conteúdo, melhor equilíbrio, correção de erros, melhor desempenho, mais compatibilidade, lore e história e «montes de surpresas». O que ainda não há é uma lista fechada do que entra.
O que traz a última atualização?
Além das
salas públicas: a
quota ajusta-se ao número de jogadores, a vida e a lanterna recarregam ao voltar de cada turno, há uma
caixa de perdidos e achados para o buraco da caverna e o temporizador passa para o HUD. O CatNap persegue melhor, o
KickinChicken baixa para 20 000 de quota e chegam
notas, cartazes e cassetes VHS com história. A
30 de outubro chegou ainda uma
atualização menor de correção de bugs: três
emotes de Halloween, as salas já iniciadas ou cheias deixam de aparecer na lista, o medidor de quota do Barry calcula bem a percentagem, o
Trash Shield funciona como deve e o
Separation Anxiety sai por agora dos modificadores enquanto é reequilibrado. O resumo completo está na
nossa notícia.
De que se trata?
É um terror cooperativo na primeira pessoa em que jogas com os Smiling Critters, não com um humano. Uma Voz misteriosa manda-te para a fábrica da Playtime Co. recolher material e tirá-lo de lá, com o Barry, o carrinho dos capítulos 2 e 4, como veículo de extração.
Dá para jogar sozinho?
Foi pensado para jogar em grupo: a página do Steam diz agora de 2 a 8 jogadores, online. Antes dizia de 1 a 8: a Mob mudou-o na noite de 21 de outubro, umas horas depois do lançamento. Com mais gente é preciso coordenar-se, e aí entra o chat de voz por proximidade: os monstros também te ouvem.
Há partidas públicas?
Sim, desde a atualização «Salas públicas»: podes criar salas e juntar-te a elas a partir do menu principal, há
partida rápida para entrar num grupo ao acaso e o anfitrião pode
expulsar quem incomodar. Era a novidade mais pedida: até então só se podia jogar com amigos. Contamos tudo na
notícia da atualização.
Os mapas mudam em cada partida?
Muito pouco. Não são procedurais: cada partida muda algum pormenor, mas o mapa é quase sempre o mesmo, e ao fim de poucas partidas torna-se repetitivo. Foi o que comentou El Terror de Pepe ao jogá-lo.
Como correu o lançamento? Como são as análises?
Fraco. Menos de um dia depois de sair, tinha
57,76 % de análises positivas em 623 («Variadas» no Steam) e um
pico de 3534 jogadores em simultâneo. O Capítulo 5, em comparação, tem 77,86 % em mais de 8600 análises. As críticas centram-se no
limite de tempo e na quota, na
falta de partidas públicas e nos
mapas repetitivos. Uma semana depois melhorou: a
29 de outubro estava em
69,78 % em cerca de 2000 análises, e a Mob já adicionou partidas públicas. E a
31 de outubro já está em
71,97 %, o que no Steam passa a
«Ligeiramente positivas». Contamos tudo nas
análises de Escape from Playtime.
Que inimigos há?
No lançamento, uma zona inicial e um grupo básico de inimigos. O mais visto é a Miss Delight, a professora do capítulo 3, que persegue os Critters pelas salas de aula. Há também eventos a meio da partida, como os «Zoomies», que afetam toda a equipa.
É canon? Quando se passa?
Sim, é canon no universo de Poppy Playtime, e passa-se algum tempo depois da Hora da Alegria. Quem ou o que é a Voz que dá as ordens é um dos mistérios que continuam por resolver.
Quem é a Voz?
Ainda não se sabe. As notas e cartazes da última atualização avisam sobre ela: «A Voz mente», «Podes defender-te», «Não deixes que repitam o passado». Referem-se a ela no feminino e deixam no ar que pode haver mais do que uma voz.
Ter Project: Playtime dá alguma coisa?
Sim: uma
camisola com capuz de Project: Playtime para o teu Critter. No ecrã de escolha de personagem aparece bloqueada com o aviso «Adquire e joga Project: Playtime para desbloquear». Uma piscadela de olho ao jogo que substitui. Foi
El Terror de Pepe quem a descobriu no seu
gameplay do lançamento (minuto 15:24), onde também se veem os quatro Critters iniciais:
Bobby BearHug, CatNap, DogDay e Hoppy Hopscotch.
Tem alguma coisa a ver com o Capítulo 6?
É feito por uma equipa à parte e não atrasa o Capítulo 6, mas os seus ficheiros não param de dar pistas: na beta apareceu a
primeira fuga de informação do Capítulo 6, e depois da última atualização foram encontradas uma pasta «
LudwigHouse_Main» e uma
mansão escondida com o mesmo papel de parede do teaser. Apontam para que vamos explorar
a casa de Elliot Ludwig.
Como posso dar a minha opinião sobre o jogo?
O
Discord da Mob Entertainment é a via principal, com
canais próprios de Escape from Playtime. A Mob promete sondagens sobre temas concretos e explicar que mudanças saem das propostas da comunidade.
Como se reporta um erro?
O jogo traz uma ferramenta para reportar erros a partir da própria partida.
Houve beta?
Sim: uma
Open Beta de acesso limitado a partir de 1 de outubro, com a FirstLook.gg, que já terminou. No
gameplay de El Terror de Pepe vês como funcionava.
Porque se chamava Experiment 82626?
Era um
nome de código com a data da sua própria apresentação: 82626 divide-se em 8 · 26 · 26,
26 de agosto de 2026 no formato norte-americano. Nesse dia a Mob mostrou o trailer no Future Games Show da Gamescom e a página do Steam passou a chamar-se Escape from Playtime. Publicámo-lo como hipótese e
confirmou-se.
Quando foi anunciada a data?
Com o trailer da data no
PC Gaming Show 2026 de Tóquio. A página do Steam passou de «Brevemente» para
21 de outubro de 2026. Tens a
análise da data no blog.